O Brasil registrou uma queda no Ranking Mundial de Competitividade e passou a ocupar a 65ª posição entre 70 economias analisadas. O resultado coloca o país entre os últimos colocados do levantamento, que avalia fatores como desempenho econômico, eficiência do governo, ambiente empresarial e infraestrutura.
O estudo, elaborado pelo International Institute for Management Development (IMD), em parceria com a Fundação Dom Cabral, considera diferentes indicadores para medir a capacidade dos países de gerar crescimento, atrair investimentos e competir no cenário internacional.

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Entre os principais pontos que pesaram contra o desempenho brasileiro estão questões relacionadas ao custo de capital, nível de endividamento, qualificação profissional, educação e condições para o desenvolvimento de negócios. A avaliação indica que fatores estruturais continuam limitando a capacidade do país de avançar de forma consistente.
A posição brasileira contrasta com a de economias que lideram o ranking, especialmente aquelas que apresentam maior estabilidade institucional, maior investimento em inovação, infraestrutura mais eficiente e melhores condições para empresas crescerem.
Apesar de possuir uma das maiores economias do mundo e setores competitivos, como agronegócio, energia e algumas áreas industriais, o Brasil ainda enfrenta dificuldades para transformar seu potencial em ganhos permanentes de produtividade.
Especialistas apontam que melhorar a competitividade depende de avanços em áreas como formação de mão de obra, simplificação de processos, aumento da produtividade e criação de um ambiente mais previsível para investimentos.
O resultado reforça o desafio de tornar o país mais eficiente e preparado para disputar espaço em uma economia global cada vez mais competitiva.
Com informações da Revista Oeste








